sábado, 19 de setembro de 2009

Pichações políticas em Porto Alegre



"O Objetivo é passar uma informação que não aparece na grande mídia corporativa"

Leia a reportagem sobre pichação política aqui

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Uma madrugada pichando ruas

Felipe Baierle
Lá pelas duas e meia da matina, passando em frente a uma revenda de carros na esquina da João Pessoa com a Ipiranga, o alarme: “vem vindo um carro da polícia. Rápido, joga fora!”.

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Juremir Machado analisa o governo Yeda

Felipe Baierle
O Parcial deste mês foi buscar a polêmica de Juremir Machado. O colunista do Correio do Povo, professor universitário, pesquisador, jornalista e historiador, nos brinda com uma breve análise das últimas crises no Palácio Piratini.

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Lei de adoção apresenta limitações

Caroline Berbick
Sancionada no dia 3 de agosto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a nova lei deve agilizar o processo de adoção, mas problemas como a superlotação de abrigos e a falta de apoio à família ainda aguardam soluções.

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Um grito pela liberdade

Carolina Marquis
Trabalhadores, desempregados, estudantes, militantes e curiosos se reuniram em frente ao Palácio Piratini para levantar suas bandeiras. O vermelho do PT (Partido dos Trabalhadores) e da CUT (Central Única dos Trabalhadores), o amarelo do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) e do CPERS e o colorido do CTB (Central do Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), entre tantas outras cores e gritos povoavam a rua Duque de Caxias, junto à Catedral Metropolitana de Porto Alegre.

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Editorial-setembro

Democracia vem da palavra grega “demos” que significa povo. Nas democracias, é o povo quem detém o poder soberano. Isso, teoricamente, pois o que estamos vivenciando é um sistema que só vem distorcendo esse conceito, que protege os que detêm a propriedade e o capital e suprime as idéias e as mobilizações dos trabalhadores.

Um sistema político-econômico cheio de contradições, o qual explora os que se organizam para reivindicar seus direitos e que impõe uma cultura de consumismo e de alienação.

O grupo de agitação e propaganda acompanhado por nosso jornalista faz refletir o quanto temos que lutar para que nossas vozes sejam ouvidas, para que outros saibam o que está realmente acontecendo em nossa sociedade, já que a grande mídia não o faz.
Que democracia é essa em que temos que nos esconder? Que democracia é essa que mata quem luta por seus direitos, como no assassinato do Sem Terra Elton Brum da Silva?

Essa dita “democracia” não é a democracia do povo, da massa popular, dos trabalhadores que vêm sendo explorados cada vez mais, com salários baixos e péssimas condições de trabalho, dos milhares de desempregados e excluídos desse país. Essa é a “democracia” dos que detêm o poder econômico e político da sociedade. Dos que autorizam ações truculentas aos que se organizam pacificamente. É uma democracia da enganação, com falsos plebiscitos; com uso de armas de fogo contra o povo desarmado, e da criminalização dos movimentos sociais.

A expressão popular sempre foi criminalizada, pois sabe-se que é essa expressão - a voz do povo - que transformará a nossa sociedade tão corrupta e antidemocrática. Por isso companheiros, não desistam. Lutem, gritem, não se calem diante das injustiças dessa falsa democracia. Façam valer o sacrifício de tantos mortos injustamente. Continuem na luta por um mundo melhor. Mostrem a eles que a democracia será instalada em nossa sociedade, somente, quando o povo tomar o poder.

Violência e sangue no pós-guerra

Leila García
Tiros, bombas, sequestros, assassinatos e sangue tingiram a história do mundo e a trajetória da extrema-esquerda alemã no final da década de 60. Protestos juvenis por justiça e paz transformaram-se em ações armadas. Um grupo em especial causou o terror em escala internacional, a Fração do Exército Vermelho (RAF). O terrorismo na Alemanha Ocidental ganhou diversas versões para o cinema, foi retratado nas artes plásticas e na moda, sendo um marco na história, memória e imaginário do povo alemão.

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As curiosidades da democracia chilena

Cristina Hinostroza
Durante os últimos dias no Chile vive-se um processo de campanha eleitoral presidencial e, como é de se imaginar as máquinas políticas estão convertidas em uma guerra sem tréguas.

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Lei protege animais de rua

Leila García
Cães e gatos abandonados não têm mais como destino certo o sacrifício. Desde julho vigora no Estado a nova lei sobre o controle de animais de rua. De autoria do deputado Carlos Gomes (PPS), a lei propõe uma mudança radical no tratamento dado aos animais por parte dos órgãos públicos e da sociedade.

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